Aluna de Corbélia vai para intercâmbio na Nova Zelândia em programa Ganhando o Mundo

A aluna Júlia Lusitani do Colégio Estadual Duque de Caxias de Corbélia está entre os 100 alunos do Paraná que embarcarão no fim de julho para estudar um semestre letivo na Nova Zelândia, na Oceania por meio do programa de intercâmbio oferecido pelo Governo do Estado chamado Ganhando o Mundo. 

O programa, que está em sua segunda edição, propiciará aos estudantes a vivência em uma escola no Exterior, hospedados com uma família local, praticando a língua inglesa, desenvolvendo a autonomia e ampliando os repertórios culturais e acadêmicos. Ao retornar ao Brasil, o aluno tem a missão de compartilhar com colegas e professores todo o aprendizado vivido.

Júlia Lusitani precisou passar por uma seleção para conquistar uma das 100 vagas. Os intercambistas são alunos da 1ª série do ensino médio de colégios estaduais e também cursaram do 6º ao 9º anos em instituições de ensino da rede. Eles foram selecionados com base na nota e na frequência escolar em 2021. Júlia ficou entre os 20 primeiros colocados, e ocupou a 17ª posição no rancking.

Pertencentes ao Núcleo Regional de Educação de Cascavel foram sete alunos selecionados. Eles embarcaram rumo a Curitiba na segunda-feira, 27 acompanhados pela professora Veridiana Marchiori Pereira Stefanello, Técnica Pedagógica da Regional. Nos dias 28 e 29 de junho todos os selecionados se reúnem na capital para participarem das reuniões de formação e orientações, conhecendo um pouco da cultura do país e de toda organização para que tenham excelentes experiências e estudos.

PROCESSO SELETIVO – A primeira etapa de seleção consistiu na análise dos requisitos obrigatórios para a participação: estar regularmente matriculado na 1ª série do ensino médio em um colégio público da rede estadual, ter cursado do 6º ao 9º ano do ensino fundamental em um colégio da rede pública estadual, ter no mínimo 14 e no máximo 17 anos e seis meses de idade na data de retorno ao Brasil (novembro de 2022), ter frequência igual ou superior a 85% em cada disciplina e ter médias anuais do 9º ano, em 2021, iguais ou superiores a 7 em cada disciplina da Base Nacional Comum Curricular.

Na segunda etapa, foi feita a avaliação das médias anuais de 2021 dos estudantes. Em cada município paranaense, foi selecionado o aluno com a maior nota no ano passado (soma das médias anuais de todas as disciplinas da BNCC). Dessa forma, um estudante de cada município passou para a terceira e última etapa do processo seletivo. Na etapa final, foram selecionados os 100 primeiros colocados.

Governador parabeniza os 100 alunos que vão embarcar para a Nova Zelândia em julho

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta quarta-feira (29), no Palácio Iguaçu, os 100 estudantes da rede estadual selecionados para o novo intercâmbio do programa Ganhando o Mundo. Os alunos partem, no fim do mês de julho, para estudar um semestre letivo na Nova Zelândia, na Oceania.

“Esse projeto é muito importante para a educação do Paraná. Ele dá a oportunidade dos alunos conhecerem um país de primeiro mundo, que é a Nova Zelândia, de aprender uma segunda língua, além do aprendizado na escola, conhecer outros alunos. Então, é uma experiência cultural muito importante e que será replicada em todo o Paraná a partir do retorno”, disse o governador aos estudantes.

Ele ressaltou que o investimento em cada aluno participante do programa foi de cerca de US$ 10 mil. “Precisamos formar bons líderes e estamos investindo para que esses alunos sejam bons líderes no futuro, que possam inspirar e ser modelo para outras pessoas”, declarou. “Esses alunos são o investimento que a sociedade está fazendo neste momento para ajudar a transformar o Paraná”.

Os intercambistas são alunos da 1ª série do ensino médio de colégios estaduais e também cursaram do 6º ao 9º anos em instituições de ensino da rede. Eles foram selecionados com base na nota e na frequência escolar em 2021.

O programa, que está em sua segunda edição, propiciará aos estudantes a vivência em uma escola no Exterior, hospedados com uma família local, praticando a língua inglesa, desenvolvendo a autonomia e ampliando os repertórios culturais e acadêmicos. Ao retornar ao Brasil, o aluno tem a missão de compartilhar com colegas e professores todo o aprendizado vivido.

O secretário da Educação e do Esporte, Renato Feder, destacou que um dos desafios que os estudantes enfrentarão é a adaptação no período inicial. “Na primeira semana, bate aquele aperto, aquela saudade, vontade de voltar. Então, se acontecer isso, se lembrem de dias como hoje. Vocês têm todo um time torcendo por vocês, para que vocês possam aproveitar e curtir muito. Vocês são parte do futuro do Paraná e conquistaram o direito de participar desse programa revolucionário”, disse.

O programa envolve alunos de várias classes sociais e municípios espalhados em todas as regiões. São filhos de agricultores, comerciantes e profissionais de serviços gerais. A aluna Vânia Graziele Chedoski Back, da zona rural de Nova Tebas (região central), espera bons resultados de sua temporada na Nova Zelândia. “Vou mudar a minha realidade, abrir novas portas, novos caminhos. Isso fortalece a minha vontade de estudar e crescer ainda mais”, disse.

Fonte: AEN

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