6 views 4 min 0 Comment

Fiscalização contra receptação de fios prende 14 pessoas e apreende 18 toneladas de materiais no Paraná

Anúncio

Uma fiscalização integrada realizada nesta quinta-feira (3) em pontos de comércio e armazenamento de sucatas no Paraná já resultou na prisão de 14 pessoas e na apreensão de 18 toneladas de fios e cabos. Entre os municípios fiscalizados estão Cascavel e Toledo, além de outras cidades do Oeste e de diferentes regiões do Estado.

A ação é realizada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), Polícia Militar do Paraná (PMPR) e Receita Estadual do Paraná (REPR) e tem como objetivo combater a receptação e a comercialização de fios e cabos de cobre furtados.

Os materiais apreendidos até o momento representam um prejuízo estimado em R$ 635 mil para a cadeia ligada à comercialização irregular. A operação ainda está em andamento e os números podem ser atualizados ao longo da fiscalização.

Dos 14 presos, um foi localizado por meio de mandado de prisão e os demais foram presos em flagrante. As prisões ocorreram em Curitiba, Campo Largo, União da Vitória, Paranavaí, Maringá, Santo Antônio da Platina, Ponta Grossa, Quedas do Iguaçu e Francisco Beltrão.

A fiscalização ocorre simultaneamente em 126 pontos de comércio e armazenamento de sucatas, distribuídos por Curitiba, Região Metropolitana e Interior. São 41 estabelecimentos na Capital, 24 na Região Metropolitana e 61 no Interior.

No Interior, além de Cascavel e Toledo, a operação também alcança Apucarana, Arapongas, Campo Mourão, Cianorte, Clevelândia, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Jacarezinho, Laranjeiras do Sul, Londrina, Maringá, Palmas, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Pérola, Santo Antônio da Platina, São Mateus do Sul, Telêmaco Borba, Umuarama, União da Vitória e Wenceslau Braz.

Na Região Metropolitana de Curitiba, as equipes atuam em Almirante Tamandaré, Araucária, Campo Largo, Colombo, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Piraquara e São José dos Pinhais, além da Capital.

Durante as fiscalizações, os policiais verificam a procedência dos materiais encontrados, consultam registros e adotam as medidas cabíveis quando são identificados indícios de crime. A Receita Estadual também verifica a situação cadastral e fiscal dos estabelecimentos relacionados ao comércio e armazenamento de sucatas.

Segundo as forças de segurança, a fiscalização busca atingir a cadeia que mantém o comércio de materiais furtados, especialmente fios e cabos utilizados em serviços de infraestrutura. A receptação desses materiais contribui para manter os furtos economicamente atrativos e pode provocar prejuízos à população e à prestação de serviços essenciais.

A receptação qualificada prevê pena de três a oito anos de reclusão e multa. Os estabelecimentos envolvidos também podem sofrer sanções administrativas, como o cancelamento da inscrição estadual e a cassação do alvará de funcionamento.

O material apreendido é pesado, catalogado e vinculado aos respectivos procedimentos. As investigações continuam para identificar a origem dos objetos apreendidos e possíveis outros envolvidos na receptação e na comercialização irregular.

Este conteúdo é protegido por direitos autorais. Você não pode copiar conteúdo desta página.

Descubra mais sobre ConexãoRevista.

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo