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Depois de 4 anos de luta, APAE de Iguatu não consegue convênio com o Estado, e prefeitura decide encerrar as atividades

Quando o então prefeito de Iguatu, Flávio Brandão inaugurou a APAE no município, em julho de 2014, a dona Maria Neusa Feitosa respirou aliviada. O filho Fábio, de 26 anos frequentava a APAE do município vizinho, Braganey, há mais de 10 anos. A facilidade em poder visitar Fábio na escola, participar das reuniões sem depender do transporte, e o jovem não precisar levantar tão cedo e andar de ônibus eram as vantagens de ter a escola há poucas quadras de casa.

A população do município não chega a 3 mil habitantes. Na pequena e tranquila cidade, existem apenas duas escolas municipais, e até 2014 era o único município da região que não possuía uma escola APAE. Na inauguração em 12 de julho de 2014 foram assinados dois importantes convênios entre o Município de Iguatu, e a entidade. O governo municipal teria um papel fundamental para o funcionamento da escola, e repassaria anualmente um valor de R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais). O dinheiro era destinado ao pagamento de aluguel, luz, água, material de higiene, alimentação e outros custos. A prefeitura ainda iria disponibilizar do seu quadro de colaboradores os professores,

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