Estamos prontos para reconhecer que adoecemos e que merecemos dialogar sobre nossas mazelas?

Ao longo do tempo a humanidade passou a relacionar-se com a ideia de que somos mais frágeis do que realmente imaginávamos, primeiro o homem descobriu que não somos o centro do universo, essa ideia que logo nos remete ao astrônomo e matemático Copérnico, que através de seus estudos e avanços, mostrou a humanidade que a terra era apenas uma pequena partícula dentro de uma imensidão dificilmente concebível.

Mais tarde outro choque, o naturalista Darwin nos demonstrou que a espécie humana de fato também não era de caráter especial, mas sim, pertencente ao reino animal.

A ultima ferida e a resposta para a primeira questão descrita nesse texto, Freud diz que o “eu” nem sequer é senhor em sua própria casa, ele diz que somos dependentes das informações mais escassas e inconscientes ao nosso respeito.

São três feridas que pegaram a humanidade em cheio, iremos negar até quando? Negamos um olhar mais profundo para dentro de nós mesmos, essa negação se perdurará, até o dia em que pedimos ajuda ou somos mortos pelas nossas próprias mazelas!



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