Mais 26 pessoas são presas por infrações ligadas à pandemia

Desde o começo da força-tarefa especial, há dez dias, foram mais de 5 mil estabelecimentos fiscalizados, 232 interditados e mais de 1,8 mil aglomerações dispersadas. Mais de 440 pessoas já foram detidas.

As ações de fiscalização que contaram com apoio de policiais do Paraná resultaram em 26 novas prisões por infrações relacionadas à pandemia entre domingo 07/03 e segunda-feira 08/03. O relatório da Secretaria estadual da Segurança Pública aponta, ainda, 35 estabelecimentos e 11 pessoas multados, e 23 locais interditados.

O balanço mais recente mostra 309 estabelecimentos fiscalizados e 87 dispersões de aglomerações. Houve 123 denúncias e 30 resultaram em intervenções policiais. Em relação a medidas mais drásticas, cinco adolescentes foram apreendidos. Houve, ainda, a apreensão de uma arma de fogo, 16 equipamentos eletrônicos e 2 veículos.

Desde o começo da força-tarefa especial, há dez dias, foram mais de 5 mil estabelecimentos fiscalizados, 232 interditados e mais de 1,8 mil aglomerações dispersadas. Mais de 440 pessoas já foram detidas.

São mais de três mil agentes nas ruas e mais de mil viaturas circulando pelo Paraná nessa força-tarefa estratégica, além de helicópteros e uma Delegacia Móvel. Trabalham na força-tarefa profissionais da Secretaria de Segurança Pública, das polícias Militar, Civil e Científica, do Corpo de Bombeiros e dos departamentos Penitenciário (Depen) e de Inteligência (Diep).

O Decreto 6.983/2021 foi renovado na sexta-feira 05/03 por mais 48 horas, com validade até a quarta-feira 10/03. Após esse prazo entra em vigor uma nova normativa (Decreto 7.020/2021), que mantém a restrição de circulação de pessoas e a venda e consumo de bebidas alcoólicas em locais de uso coletivo após as 20h, além de suspender qualquer tipo de evento que propicie aglomeração.

O novo texto também afirma que compete à Secretaria de Segurança Pública, em cooperação com as guardas municipais, manter uma operação diária e intensa de fiscalização nas ruas. A população pode ajudar com denúncias nos canais oficiais (181 e 190).

Fonte: AEN